3 chaves para o sucesso

Sonia Simone escreveu um post brilhante sobre três simples chaves para o sucesso que precisa ser lido por todos os planners.

Você precisa de talento, sorte e persistência. Escolha dois.

O que mais me provocou é que a ela levanta uma nova perspectiva sobre a sorte. Que você cria sua própria sorte quando muda as coisas para as quais está olhando ou muda seus comportamentos.

Às vezes é pura questão de estar no lugar certo, na hora certa. Em todas as outras, as oportunidades aparecem para as pessoas que se programam para enxergá-las.

E essa postura melhora o planejamento estratégico do dia-a-dia, assim como suas chances de alcançar suas metas profissionais.

Aliás, você que é planner, tem objetivos claros de carreira?

O contraponto da associação de marcas à celebridades

Tobias Lunchbreath ilustrou de maneira brilhante certas práticas de cobranding que estão lado a lado ao endosso aleatório e desnecessário de celebridades na publicidade.

Learning emocional da #chuvadetwix

Ontem foi o dia de se falar sobre o fail da chuva de twix. Se você não acompanhou, entenda a história.

Enquanto a poeira estava alta, muito foi dito sobre ser test drive de flashmob para promo, da falta de cuidado com a execução, do tumblr porratwix, bla bla bla, whiskas sachet.

A ideia não é diminuir o trabalho dos colegas planners, ainda mais porque eu nunca fiz chover Twix na Avenida Paulista.

Entretando, acho bacana a gente levantar alguns learnings, e uma coisa que sempre me incomoda é o argumento que aparece em toda ação que aparentemente dá errado:

Ninguém vai deixar de comprar (insira a marca) por isso.

Incomoda porque é ingênuo e superficial. É como inverter o raciocínio e dizer que ninguém vai comprar Twix por causa disso:

Os focos são diferentes, embora o objetivo final seja o mesmo.

Em uma experiência desse tipo a gente mexe com credenciais da marca, emoções dos consumidores e construção ou desconstrução da reputação do produto.

É bem provável que quem ficou de fora do evento tenha comprado um twix no semáforo, mas isso não cura o sentimento de decepção que, em um pensamento raso, será determinante para o envolvimento em uma nova proposta de experiência com a marca. E não só para quem foi à Paulista.

Um planner não deve cobrir suas ideias

Para ajudar qualquer planner a praticar o desapego. Direto do ffffound, com direito a erro de digitação.

Nike Write the Future além do spot

A Nike lançou um spot emocionante para a Copa do Mundo: Write the Future. Ele se espalhou rapidinho pelas redes e conversas sociais com diferentes impressões. Inclusive negativas.

Mesmo com muita coisa já dita, uma observação importante parece ter passado despercebida. O spot foi lançado primeiro no Facebook.

Isso é um fator  muito interessante e decisivo, dentro do contexto de channel planning. O Luiz Mastropietro falou sobre isso no Eppa no mesmo dia em que palestrei e, desde então, parece que fiquei mais curioso e questionador sobre a escolha de canais.

No caso da Nike, parece que o canal do Facebook foi eleito um centralizador das investidas da marca sobre a Copa do mundo.

E isso mostra um pensamento social por trás do planejamento. Tanto é que a própria Wieden+Kennedy só divulgou o lançamento do spot no twitter depois de retuitar um punhado de comentários de pessoas sobre o filme.

Fique esperto, planner, essa Copa pode ser um imenso aprendizado.