3 chaves para o sucesso
Escrito por Rafael Amaral
Sonia Simone escreveu um post brilhante sobre três simples chaves para o sucesso que precisa ser lido por todos os planners.
Você precisa de talento, sorte e persistência. Escolha dois.
O que mais me provocou é que a ela levanta uma nova perspectiva sobre a sorte. Que você cria sua própria sorte quando muda as coisas para as quais está olhando ou muda seus comportamentos.
Às vezes é pura questão de estar no lugar certo, na hora certa. Em todas as outras, as oportunidades aparecem para as pessoas que se programam para enxergá-las.
E essa postura melhora o planejamento estratégico do dia-a-dia, assim como suas chances de alcançar suas metas profissionais.
Aliás, você que é planner, tem objetivos claros de carreira?
O contraponto da associação de marcas à celebridades
Escrito por Rafael Amaral
Tobias Lunchbreath ilustrou de maneira brilhante certas práticas de cobranding que estão lado a lado ao endosso aleatório e desnecessário de celebridades na publicidade.
Learning emocional da #chuvadetwix
Escrito por Rafael Amaral
Ontem foi o dia de se falar sobre o fail da chuva de twix. Se você não acompanhou, entenda a história.
Enquanto a poeira estava alta, muito foi dito sobre ser test drive de flashmob para promo, da falta de cuidado com a execução, do tumblr porratwix, bla bla bla, whiskas sachet.
A ideia não é diminuir o trabalho dos colegas planners, ainda mais porque eu nunca fiz chover Twix na Avenida Paulista.
Entretando, acho bacana a gente levantar alguns learnings, e uma coisa que sempre me incomoda é o argumento que aparece em toda ação que aparentemente dá errado:
Ninguém vai deixar de comprar (insira a marca) por isso.
Incomoda porque é ingênuo e superficial. É como inverter o raciocínio e dizer que ninguém vai comprar Twix por causa disso:
Os focos são diferentes, embora o objetivo final seja o mesmo.
Em uma experiência desse tipo a gente mexe com credenciais da marca, emoções dos consumidores e construção ou desconstrução da reputação do produto.
É bem provável que quem ficou de fora do evento tenha comprado um twix no semáforo, mas isso não cura o sentimento de decepção que, em um pensamento raso, será determinante para o envolvimento em uma nova proposta de experiência com a marca. E não só para quem foi à Paulista.
Um planner não deve cobrir suas ideias
Escrito por Rafael Amaral
Para ajudar qualquer planner a praticar o desapego. Direto do ffffound, com direito a erro de digitação.

Nike Write the Future além do spot
Escrito por Rafael Amaral
A Nike lançou um spot emocionante para a Copa do Mundo: Write the Future. Ele se espalhou rapidinho pelas redes e conversas sociais com diferentes impressões. Inclusive negativas.
Mesmo com muita coisa já dita, uma observação importante parece ter passado despercebida. O spot foi lançado primeiro no Facebook.
Isso é um fator muito interessante e decisivo, dentro do contexto de channel planning. O Luiz Mastropietro falou sobre isso no Eppa no mesmo dia em que palestrei e, desde então, parece que fiquei mais curioso e questionador sobre a escolha de canais.
No caso da Nike, parece que o canal do Facebook foi eleito um centralizador das investidas da marca sobre a Copa do mundo.
E isso mostra um pensamento social por trás do planejamento. Tanto é que a própria Wieden+Kennedy só divulgou o lançamento do spot no twitter depois de retuitar um punhado de comentários de pessoas sobre o filme.
Fique esperto, planner, essa Copa pode ser um imenso aprendizado.
