Por trás do buzz e das pessoas que compartilham
Escrito por Rafael Amaral
No embalo de sinais que fazem as pessoas se comunicarem, lá vou eu remexer a essência das interações e relações humanas batendo um papo contigo.
A vigência é campanha ou ação de marca que busca engajamento, faz as pessoas se envolverem e – pausa para a palavra gasta premiada de 2008 – gera buzz.
E não sou eu quem diz isso, é só vasculhar os blogs publicitários por aí, abrir o Meio & Mensagem, o Propaganda e Marketing e até mesmo a Meio Digital, que agora chama-se Proxxima.
Isso lembra muito aquele discurso do Kevin Roberts. Sabe, lovemarks, future beyond brands e tal.
Faz sentido, mas quando as pessoas compartilham, gerando o tão querido buzz, me parece muita prepotência publicitária achar que é porque gostam da marca.
Sabe, a questão não é o atestado de que o conteúdo é rei e, se for bom, se espalha naturalmente. O ponto é entender o que motiva as pessoas a compartilharem.
Pense assim, se você compartilha alguma coisa, a sua relação mais forte é com quem você está compartilhando, e não o que. Seja para efeito positivo, negativo ou nulo.
Os seus amigos, suas conexões, seus contatos no Orkut ou followers no Twitter valem mais espaço na sua cabeça do que a Nike, a Coca-Cola ou a Diesel.
Não digo que as pessoas nao gostem de marcas. Mas vamos ser sinceros, pessoas gostam mais de pessoas.
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11 Comentários to “Por trás do buzz e das pessoas que compartilham”
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Alex Luna
September 9th, 2009 at 5:08 amGostei do captcha subliminar!
Acho que é sim por aí.
Eu gosto da Apple, ou do Google, mas acho mais divertido mandar uma piada engraçada que vai fazer as pessoas rirem do que falar bem da empresa, qualquer que seja.
Nós temos que aprender a fazer com que as marcas sejam essenciais na vida das pessoas. Ou seja, que tenham essência. Que tenham conteúdo. Algo interessante a dizer, porque isso vai fazer com que a mensagem se espalhe.
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Rafael Amaral
September 9th, 2009 at 10:22 amOlá Alex!
Gosto do seu ponto. Ainda se fosse para falar bem da empresa, seria por ser interessante ao seu ouvinte, não porque a marca é muito legal.
Abraço.[Reply]
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Alex Luna
September 9th, 2009 at 3:26 pmE então.
Só os gerentes de marca acham que a marca é a coisa mais importante da vida. Os seres humanos normais também usam a Lei de Luka.
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Rafael Amaral
September 9th, 2009 at 5:26 pmQue diabos é essa Lei de Luka que nem o google conhece?
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Genilton
September 10th, 2009 at 4:38 pmAs pessoas quando mandam alguma coisa acredito que de alguma forma aquilo irá influenciar na vida dela positivamente ou negativamente, só a possibilidade de ser lembrado é muito bacana, as informações estão aí na rede as pampas, mas quando alguém lê algo e acha que aquilo serve pra você, se lembra de você é mágico, é como em um dia normal onde não representa nada uma pessoa te dar uma lembrança pq viu e achou que tinha seu estilo!
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Rafael Amaral
September 10th, 2009 at 5:40 pmOlá Genilton.
E não é isso que fazemos o tempo todo? Coisas que acreditamos que irão influenciar nossa vida?
Grande abraço.[Reply]
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Rafael Amaral
September 10th, 2009 at 5:42 pmE descobri qual a Lei de Luka:
‘Tô nem aí, tô nem aí‘[Reply]
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Genilton
September 14th, 2009 at 12:47 pmOpa Rafael com certeza, mas o que interessa nesse momento não é qual é a marca que está associada a mensagem mas sim a pessoa.
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Rafael Amaral
September 14th, 2009 at 2:22 pmPensei nisso quando fiz esse post
Abração.[Reply]
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Marcelo Chabes
September 27th, 2009 at 3:19 pmFala Rafa, ótimo post! Estou meio por fora do estagiáridade, twitter e outros blogs que costumo frequentar, por causa da entrega de um job (sim, consegui entrar no mundo publicitário) e só vi o post agora. Muito bom…parabéns por este aqui!
Absss[Reply]
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Rafael Amaral
September 28th, 2009 at 12:17 pmOlá Marcelo!
Obrigado pelo prestígio e parabéns pela conquista.
Grande abraço.[Reply]