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Nós esquecemos que o que as pessoas dizem sobre si mesmas, Fatblast withdrawal, Online buy Fatblast without a prescription, geralmente não corresponde ao que realmente são e, principalmente, köpa Fatblast online, Osta Fatblast online, Jotta Fatblast verkossa, Fatblast 250mg, a como agem.
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Por mais que gostemos de dizer que somos seres racionais, purchase Fatblast online, Where can i buy Fatblast online, a maioria de nossas decisões são tomadas emocionalmente.
Sendo assim, buy Fatblast from mexico, Purchase Fatblast online no prescription, não há razão para acreditar cegamente em pesquisas qualitativas e quantitativas.
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26 Comments
“Sendo assim, não há razão para acreditar em pesquisas qualitativas e quantitativas.”
Bom, acho que generalizar nunca é bom, até porque muita coisa pode ser aproveitada nessas pesquisas.
Não há como saber quando o ser humano está moldando seu comportamento para dizer uma outra coisa ou não, mas certamente as informações são filtradas, principalmente através de uma análise de perfil dos indivíduos participantes de um focus group. E, concordo, não há verdade absoluta, mas dados valiosos podem vir através de pesquisas qualitativas e quantitativas. Por isso não acho que elas são inúteis.
Abraços!
PS: Parabéns pelo Blog. Muito bom! : )
O último post de Mauricio foi A saga de Loupa Torpe – Capítulo I: Gênesis
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Olá Maurício! Obrigado pela visita.
Realmente, nesta última frase dei a impressão de que as pesquisas de nada valem.
E não é nisso que acredito, como disse no início do post, elas têm sua importância.
Grande abraço!
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Rafa,
Depois de muitas pesquisas realizadas, afirmo que as mesmas são apenas para embasar nossas estratégias de comunicação\marketing. Não são 100% verdadeiras, contudo também não são 100% falsas.
Há realmente um gap entre dizer o que realmente se pensa – nas pesquisas de opniões – e dizer o que realmente se faz, no dia a dia.
Inúmeras são as excessões, inúmeras dúvidas, questionamentos e pesquisas para nortear sempre nossos passos, que nem sempre são assertivos.
Dá-le mais pesquisa…rs
O último post de Cristiano De Jesus foi Pós em Marketing Digital
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é, por isso que existem diversos métodos de pesquisa qualitativa e quantitativa, além de grupos focais e surveys, justamente para tentar cobrir os equívocos gerados em cada metodologia. Claro que independente de quais você usar sempre haverá traços de incerteza e subjetividade, mas isso de forma alguma é motivo para deixar de se fazer pesquisas.. penso que se é ruim com elas, pior sem
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Fala Rafa, muito bom o blog estar devolta. O bate-papo vale muito a pena por aqui.
Não vejo muito o que agregar sobre ‘pesquisas qualitativas e quantitativas’, pois partilho da mesma opinião que vocês.
O que vale a pena ressaltar é a atenção sobre tudo que é absoluto por aí. Apesar de trabalhar na área, não tive formação publicitária, portanto não tive na faculdade boa parte dos métodos que usamos no dia a dia.
Em outras palavras, como ainda estou começando, em 90% dos casos que tive que desenvolver alguma ação ou entender algum comportamento, assunto, etc, me virei nos 30 com minha criatividade. E por mais cagado que seja, deu super certo na maioria das vezes(claro, com alguns tropeços default da vida né).
A questão, na minha opinião, antes de aceitar qualquer padrão, é pensar no que você está fazendo. Funciona? Como? Vale a pena? Tem muita coisa ultrapassada que vemos por aí, mas ninguém questiona o porque….
Coisa para os jovens do brasil baronil fazerem msm, correndo o risco de ser chamado de “moleque”. Fazer oque?rs
Abs!
Chabes
O último post de Marcelo Chabes foi “Elas estão cagando e andando para o que é um Browser”
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Fala Rafa!!!
Também não sou fiel as pesquisas. Já vi e li muitos criativos contra. Por isso acho que é uma ferramenta a mais para o trabalho … mas está longe de ser fundamental!
Abraços
O último post de Tiago Moraes foi A dica é o blog do Alex Periscinoto
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Fala Rafael.
Na minha opinião, pesquisas tanto quantitativas quanto qualitativas são importantes, mas não são verdade absolutas, como você mesmo disse.
Conta muito nesse momento a percepção da pessoas que está comandando essa pesquisa, pra saber realmente se uma pessoa pensa aquilo que diz. Um caso clássico sobre a necessidade de uma pessoa com essa percepção foi o caso da coca-cola, que criou um novo sabor e matou o clássico, já que nas suas pesquisas o público pedia isso. Pedia mas realmente não queria, faltou essa percepção a quem estava comandando a pesquisa.
Por isso reforço parte do seu posicionamento. Pesquisa não é dona da verdade, muito longe disso, mas ainda sim, é importante.
E continue trazendo assunto legais assim pra gente discutir.
Abração!
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Olá Cristiano!
Acredito que o problema não é a eficácia da pesquisa em si.
As metodologias cumprem os objetivos a que se comprometem.
O problema está na interpretação dada na hora de tomar decisões para marcas.
Percebe o gap?
Abração!
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Olá Maisa!
Interessante seu ponto.
Fiquei curioso em saber o que você pensa sobre neuromarketing.
Ainda acho que o problema não é a metodologia, e sim como validar o real motivo do comportamento das pessoas e a interpretação dos dados.
Beijão!
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Olá Marcelo. Muito obrigado pelos elogios. Fico feliz em ver que estamos de volta ;}
Temos pontos de vista parecidos. Lembra do post sobre definir públicos pela idade?
Abração!
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Fala Tiago!
Quanto a ser fundamental, concordo contigo.
Do contrário toda campanha gastaria seus milhares em pesquisa.
Abração!
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Verdade. Olhaí, do fundo do Baú..nem lembrava desse post…
Abss
O último post de Marcelo Chabes foi “Elas estão cagando e andando para o que é um Browser”
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Mandou muito bem, Diogo.
O clássico case New Coke / Classic Coke.
E se formos mais além?
Será que o que pensamos que fazemos, e porque fazemos, é realmente o que acontece em nosso cérebro?
Abração!
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Viu só, Marcelo?
Aqui as coisas vão e vêm ;}
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É bacana ver o trabalho que a Box1824 faz, neste sentido. Pesquisas diferenciadas, onde os “pesquisadores” passam a observar, entender e até conviver com os lugares, pessoas e produtos “pesquisados”.
O último post de Leonardo foi Case Ninja para BR Imóveis
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Hmm. Parece interessante, Leonardo.
Conhece alguém que trabalha lá? Gostaria de saber mais sobre isso.
Abraço!
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Este texto tem um que de “Jon Steel”, não? rs
Brincadeiras a parte, então você teria uma proposta para uma pesquisa “Emotiva”?
Ah! Eu também questiono as pesquisas, mas as julgo necessárias, tanto as próprias quanto o questionamento.
O último post de Leandro Bulkool foi I’ll be back!
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Bem controverso esse post.
Com certeza não são verdades absolutas. Difícil falar o que é.
Mas nosso papel é justamente tirar do cara o porquê ele acha legal falar que gosta de Almodovar e o que ele realmente gosta. Acho que acreditar que pesquisas só conseguem perceber as ‘decisões racionais’ das pessoas é errado e até superficial.
Todos os diferentes tipos de pesquisa estão ai pra provar isso!
Abraço
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Hehehe, estou longe de ser Jon Steel, Leandro. E o propósito aqui é essa discussão bacana e não convencer todo mundo a não acreditar em pesquisas ;}
Que tal, quando com pouco budget, usar o método de observação, a fundo, e quando com grana sobrando, investir em neuromarketing? A Coca investe pesado.
Abração!
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Gostei do seu ponto, Gabriel.
Mas há de se concordar que qualquer resposta que venha diretamente do pesquisado é racional.
Você estimula ele a determinada ação ou condição, que são diferentes das quais ele passa durante o processo de decisão de compra.
Similares talvez, mas não exatas.
Procede?
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“quando com pouco budget, usar o método de observação, a fundo, e quando com grana sobrando, investir em neuromarketing? A Coca investe pesado.”
Muito bem colocado rafael. A questão é aproveitar os recursos de uma melhor forma.
O último post de Marcelo Chabes foi “Elas estão cagando e andando para o que é um Browser”
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Eu ando com um crescente interesse específico por neuromarketing.
Vou aproveitar meus estudos e pesquisas pra dividir com vocês.
;}
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em todo o caso é possível se ter melhor resultados nas pesquisas qualitativas onde as pessoas “de dentro e de fora” se envolvem mais do q quando são simplesmente substituídas por números
P.S.: nenhum conhecimento é inútil
gostei do blog
abracos !!! =)
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Tenho certeza que aproveitaria uma conversa com o Martin Lindstrom e sua discrença com pesquisas. Ele diria “viva o neuromarketing!”
O último post de Sylvio foi 42 dicas para obter sucesso em qualquer cenário econômico
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Olá Mariellen, obrigado pelo elogio.
Nenhum conhecimento é inútil, tens razão.
Beijo!
[Reply]
Olá Sylvio, obrigado pela visita.
Estou lendo um livro dele e concordo com algumas coisas no que diz respeito a pesquisas.
Vale lembrar que ele sempre vai vender o peixe do neuromartketing, o que não deixa seus estudos menos interessantes.
Abração!
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