Propaganda não é nada sem experiência de marca
Escrito por Rafael Amaral
“Não importa o quão bom você diz ser na cama, se na hora do vamos ver você broxa.”
O relato do Neto me inspirou a pensar um pouco na relação “propaganda X experiência de marca”. A longo prazo, a experiência sempre prevalece.
As pessoas podem até dar uma ou duas chances para a marca que não é o que diz ser, ou não faz o que diz fazer, mas logo elas vão embora. E aí fica muito difícil voltarem. A não ser que tenham uma razão extremamente forte e convincente.
Investir em propaganda sem antes ter uma experiência de marca autêntica e relevante só faz as pessoas se afastarem e perderem a confiança na marca sem nenhum impacto.
Há uma diferença muito grande no modo de se conectar com pessoas através de propaganda e através de experiência.
Antes de colocar um filme no horário nobre da Globo, uma página dupla na Veja, bolar um efeito viral ou entrar nas redes sociais, a experiência de marca tem que ser adequada à propaganda, senão elas viram as costas.
É muito mais fácil fazer as pessoas falarem sobre uma marca do que fazê-las comprarem.
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4 Comentários to “Propaganda não é nada sem experiência de marca”
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Leonardo
October 13th, 2008 at 6:26 pmDe fato!
O último post deLeonardo foi Biro-Biro mostra suas habilidades!
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Camilo Oliveira
October 13th, 2008 at 6:29 pmSerá por isso que propaganda poítica (quase) não funciona?
Candidatos desconhecidos não duram mais de 10 segundos na nossa memória, quando o espaço deles acaba…
O último post deCamilo Oliveira foi 1 ano de Design Coletivo
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Rafael Amaral
October 13th, 2008 at 11:21 pmEu acredito que a propaganda política funciona sim, Camilo.
Um exemplo gasto é a atual campanha do Barack Obama. Outro é a do próprio Lula.
Acontece que na propaganda política você tem um período de 4 anos até poder escolher outra opção. Quando se trata de uma marca de produto ou serviço a troca é bem mais rápida.
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Victor
October 14th, 2008 at 10:16 amPerfeito Rafa. O público precisa “vivenciar” uma marca pra que o esforço publicitário resulte em benefícios comerciais. Isso é muito difícil, na verdade sempre foi, mas fica cada vez mais complicado nesse intenso capitalismo competitivo e baseado na comunicação interativa.
Mais uma vez, a proposta do Humankind da Leo Burnett mostra-se pertinente e alinhado ao que enfrentaremos pela frete.
Abs.O último post deVictor foi Marketing Olfativo
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