Tribos de brand. O xaveco certo para a pessoa certa.

“Chega desse negócio de homem/mulher, 20 a 30 anos, classe B é consumidor da marca X. Se a pessoa tem o recurso em mãos, ela vai e compra.”

É com essa afirmação que o artigo do Fábio Sousa no Webinsider ganhou minha atenção. Num trecho de artigo da Rede Gaúcha de Design, citado por ele, aparece a seguinte constatação:

“As “tribos” as quais pertencemos são determinadas cada vez menos pela geografia, linhagem, raça ou religião. Elas são amplamente definidas pela educação e pelas nossas manifestações a partir do que consumimos.”

As tribos de brand colocam as pessoas em diversos grupos diferentes, formando misturas heterogêneas.

E é esse conceito que reforça uma observação básica: As pessoas não podem ser estereotipadas. E além disso, fortalece a tendência de uma comunicação mais individualizada para marcas, vendendo chuteiras a quem curte o iPod enquanto vai de bicicleta a uma exposição de arte barroca.


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  • 2 Comentários to “Tribos de brand. O xaveco certo para a pessoa certa.”

    1. Henrique Artur Wint
      June 26th, 2008 at 7:53 pm

      Essa percepção de separação de tribos pelo consumo já vêm sendo facilmente perceptível a muitos anos, mas ninguém nunca deu muita bola para isso, é mais prático e ‘xique’ usar estereótipos.
      Manos consomem roupas largas
      Rockeiros consomem música/instrumentos
      Playboys consomem carros, motos e balinhas
      :P
      União dos dois conceitos.. eheh

      O último post deHenrique Artur Wint foi Virou modinha

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    2. Rafael Amaral
      July 1st, 2008 at 11:16 am

      É uma cadeia, não?
      Costuram-se estereótipos, compra-se mídia de massa, gasta-se dinheiro à toa.

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